Sensacional!
segunda-feira, 24 de outubro de 2011
sexta-feira, 21 de outubro de 2011
Valor própio original
"Adão e Eva perderam o senso e claro a sua própria identidade. Aquele retrato de si mesmos que eles viam refletido no olhos cheios de amor daquele que os desenhou ficou manchado e distorcido quando se rebelaram contra ele. Subitamente ficaram envergonhados dos corpos que sentiam serem tão bons. Subitamente puseram-se à procura de folhas de figueira e de um bom lugar para se esconder.
Muitos de nós carregamos em nós o destrutivo desfecho da escolha errada feita no Éden. Encontramos as nossas imagens nos olhos de outras pessoas imperfeitas (pais, colegas, professores, etc..)e desenvolvemos um sentimento defeituoso de nós mesmos.
Um senso doentio e irreal do eu pode tornar nossas vidas miseráveis e até mesmo arruinar nossa saúde. Já conheci mais de um adolescente anoréxico que tentou obstinadamente passar fome porque olhava para seu corpo magro e o achava gordo.
Tenho outra bela amiga que já ganhou importantes concursos de beleza,mas vê seus defeitos mais claramente do que seus pontos fortes.
Nossa perda de identidade geralmente é mais profunda do que nossa aparência. Tentamos adquirir um senso de significado em muitas áreas também: nosso trabalho, nossas realizações, nossa conta bancária, nossa posição social, nossos "contatos". Adão e Eva no jardim não precisaram dessas coisas para provar seu valor. Mas nossa cultura caótica nos faz correr em círculos, tentando encontrar nosso valor nas coisas que fazemos.
No ano em que trabalhei na indústria da propaganda, vi de perto que as fortunas são feitas e o impérios construídos sobre as frágeis auto-imagens dos consumidores em perspectiva.Cada item de propaganda que eu escrevia destinava-se a convencer os compradores de que este carro, a compra naquela loja ou jantar nesse restaurante finalmente os faria sentir-se completos, felizes e realizados - assim, com uma simples compra eles poderiam num golpe de mágica possuir autoconfiança de que sentiam falta.
Mas a verdade é que nenhuma quantia de dinheiro pode nos trazer de volta aquele sentimento real e equilibrado de valor próprio que ficou lá no Éden. Ele pode ser encontrado apenas onde Adão e Eva o encontravam, nos olhos daquele que nos criou."
Autora: Claire Cloninger - Alabama - EUA
Muitos de nós carregamos em nós o destrutivo desfecho da escolha errada feita no Éden. Encontramos as nossas imagens nos olhos de outras pessoas imperfeitas (pais, colegas, professores, etc..)e desenvolvemos um sentimento defeituoso de nós mesmos.
Um senso doentio e irreal do eu pode tornar nossas vidas miseráveis e até mesmo arruinar nossa saúde. Já conheci mais de um adolescente anoréxico que tentou obstinadamente passar fome porque olhava para seu corpo magro e o achava gordo.
Tenho outra bela amiga que já ganhou importantes concursos de beleza,mas vê seus defeitos mais claramente do que seus pontos fortes.
Nossa perda de identidade geralmente é mais profunda do que nossa aparência. Tentamos adquirir um senso de significado em muitas áreas também: nosso trabalho, nossas realizações, nossa conta bancária, nossa posição social, nossos "contatos". Adão e Eva no jardim não precisaram dessas coisas para provar seu valor. Mas nossa cultura caótica nos faz correr em círculos, tentando encontrar nosso valor nas coisas que fazemos.
No ano em que trabalhei na indústria da propaganda, vi de perto que as fortunas são feitas e o impérios construídos sobre as frágeis auto-imagens dos consumidores em perspectiva.Cada item de propaganda que eu escrevia destinava-se a convencer os compradores de que este carro, a compra naquela loja ou jantar nesse restaurante finalmente os faria sentir-se completos, felizes e realizados - assim, com uma simples compra eles poderiam num golpe de mágica possuir autoconfiança de que sentiam falta.
Mas a verdade é que nenhuma quantia de dinheiro pode nos trazer de volta aquele sentimento real e equilibrado de valor próprio que ficou lá no Éden. Ele pode ser encontrado apenas onde Adão e Eva o encontravam, nos olhos daquele que nos criou."
Autora: Claire Cloninger - Alabama - EUA
sexta-feira, 14 de outubro de 2011
quarta-feira, 12 de outubro de 2011
segunda-feira, 10 de outubro de 2011
Centro
Ontem, como todo final de semana, fomos comprar frutas e verduras
para nossa querida filha.
Esse ritual se iniciou quando a Julia entrou na fase das
papinhas e agora comidinhas.
Agora entendo porque toda mamãe que se prese entende muito bem de
todas aquelas "verduras verdes". Na minha época de solteira todas se resumiam à alface.
Já em casa, papai da Julia foi dar o banho que ela adora, e eu agradeço. E
dessa vez fui descarregar as caixas no carro. Como não sou fortinha, fiz
algumas viagens pelo elevador. Até que num momento mágico, lembrei da
Música "Jesus, seja o Centro" do grupo Vyneard e comecei a cantá-la
por todo percurso.
Me veio a memória um tempo de 8 anos atrás, quando cantava pedindo
para Jesus ser meu centro, minha visão, meu todo coração.
Claro que essa música veio agora à mim por um motivo muito
especial. Todas as minhas vontades estão indo ao contrário do verdadeiro
centro. Todas as minhas vontades percorrem caminhos materiais
intermináveis.
A prioridade está invertida.
O Espírito de Deus veio a tona em forma de música, e me
levou para o ponto de partida.
Da partida da minha vida, onde meus primeiros passos seguiam para
o centro... Jesus.
Jesus, seja o centro
Minha fonte, minha luz
Jesus
Jesus, seja o centro
Minha esperança e canção
Jesus
Minha fonte, minha luz
Jesus
Jesus, seja o centro
Minha esperança e canção
Jesus
Seja o fogo em meu ser
Seja o vento a soprar
A razão de viver
Jesus, Jesus
Seja o vento a soprar
A razão de viver
Jesus, Jesus
Jesus, seja a visão
Meu caminho e direção
Jesus
Meu caminho e direção
Jesus
quarta-feira, 28 de setembro de 2011
Anne Frank, você conhece?
Há 14 anos, me arrisquei ao lado da querida amiga Daniela, em uma viagem emocionante por vários países da Europa. Mal sabia que ao passar por Amsterdam, na Holanda, conheceria o famoso esconderijo de Anne Frank.
Emocionada e constrangida pela história, comprei seu diário.
Fiz esta leitura no decorrer da viagem que fizemos de trem.
Com o diskman na mochila, a trilha sonora era o grupo U2 na sua fase mais revolucionária. Numa temperatura baixissima e neve atolando no nossos sapatos, entrei nesse diário como quem entra na casa da personagem principal e convive com ela intimamente.
Aproveitei para conhecer os campos de concentração na Alemanha e vivi momentos que me recordo como se fosse ontem.
Realmente essa viagem foi um clipe da década de 40 com pano de fundo para a II Guerra Mundial. Inesquecível.
Ler “O Diário de Anne Frank” é, sem sombra de dúvida, uma experiência única.
E pensar que ela o escreveu aos 14 anos de idade.
Como pode um ser humamo ficar preso por 2 anos em um lugar extremamente pequeno, dividindo com mais de 5 pessoas?
Sua única visão do mundo era uma fresta da janela.
Esse é um livro que jamais esquecerei, por isso escrevo sobre ele aqui. Recomendo
Annelisse Maria Frank, mais conhecida como Anne Frank (Frankfurt am Main, 12 de Junho de 1929 — Bergen-Belsen, 31 de Março de 1945), foi uma adolescente alemãde origem judaica, vítima do holocausto, que morreu aos quinze anos de idade numcampo de concentração. Ela se tornou mundialmente famosa com a publicação póstuma de seu diário, no qual escrevia as experiências do período em que sua família se escondeu da perseguição aos judeus dos Países Baixos. O conjunto de relatos, que recebeu o nome de Diário de Anne Frank, foi publicado pela primeira vez em 1947e é considerado um dos livros mais importantes do século XX.
Fonte: Wikipédia
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